Bússola Potiguar
Saúde

Anvisa determina recolhimento de dispositivos médicos em todo o país

Agência suspendeu a comercialização e o uso de diversos produtos utilizados em tratamentos de osteoartrite e cirurgias oftalmológicas.

Redação Bussola Potiguar·01 de agosto de 2026·1 min de leitura
Wikimedia Commons|https://pt.wikipedia.org/wiki/Ag%C3%AAncia_Nacional_de_Vigil%C3%A2ncia_Sanit%C3%A1ria

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma resolução que determina o recolhimento imediato de diversos dispositivos médicos em todo o território nacional. A medida, oficializada na última quinta-feira (30), também proíbe a importação, distribuição e utilização dos itens afetados em hospitais e clínicas de todo o Rio Grande do Norte e demais estados brasileiros.

A decisão foi tomada após a identificação de irregularidades nas linhas de produção dos fabricantes, localizados no exterior. Entre os produtos que devem ser retirados do mercado estão dispositivos voltados ao tratamento da osteoartrite, conservação de tecidos humanos e procedimentos cirúrgicos oftalmológicos.

A lista de itens abrangidos pela determinação inclui lotes específicos dos produtos Suprahyal One e Suprahyal Duo, além de todos os lotes do Cryo.On. Também foram incluídos na medida os dispositivos Corneal Chamber, Gis Kit para Gás, Gás GOT C3F8 Multi, Gás GOT SF6 Multi, HPF Perfluorocarbono, RS-Oil, Twin e View ILM, todos registrados pela empresa Grossmed Comercial de Produtos Médicos Ltda. e fabricados pela companhia italiana AL.CHI.MI.A. S.R.L.

A Anvisa orienta que gestores de unidades de saúde e profissionais médicos realizem uma verificação criteriosa em seus estoques para identificar se possuem algum dos itens mencionados na resolução. O uso desses materiais deve ser interrompido imediatamente para garantir a segurança dos pacientes.

As empresas responsáveis pelo registro dos dispositivos no Brasil estão obrigadas a providenciar o recolhimento dos produtos que já se encontram em circulação no mercado. Órgãos de vigilância sanitária estadual e municipais devem monitorar o cumprimento da norma em suas respectivas jurisdições.

Com informações de agorarn

Comentários

Deixe um comentário

Comentários são moderados antes de publicar.

Leia também