Bússola Potiguar
Internacional

Navio-tanque é atingido por projétil na costa de Omã em meio a tensões

Incidente ocorre enquanto agências internacionais relatam iminência de novos ataques coordenados entre Estados Unidos e Israel contra a infraestrutura do Irã.

Redação Bussola Potiguar·01 de agosto de 2026·1 min de leitura
Navio-tanque é atingido por projétil na costa de Omã em meio a tensões

Um navio-tanque foi atingido por um projétil de origem desconhecida na noite da última sexta-feira (31), a aproximadamente 11 milhas náuticas a nordeste de Lima, em Omã. A ocorrência foi formalmente registrada pela agência marítima britânica UKMTO, que monitora a segurança na região do Golfo e rotas comerciais estratégicas para o tráfego global de petróleo.

De acordo com informações repassadas pelo oficial de segurança da embarcação à agência Reuters, o impacto provocou danos materiais na casa de máquinas do petroleiro. Apesar da gravidade do impacto na estrutura operacional do navio, as autoridades confirmaram que não houve registro de vítimas fatais, feridos ou danos ambientais decorrentes do incidente marítimo.

O ataque acontece em um cenário de elevada tensão geopolítica no Oriente Médio, impulsionado por informes da imprensa internacional sobre preparativos para uma ofensiva militar de grande escala. Relatos da emissora CBS News indicam que Washington e Tel Aviv articulam ações direcionadas à infraestrutura energética iraniana, com potencial execução programada para o fim de semana.

Fontes ouvidas pela imprensa internacional apontam que a operação militar estaria sendo coordenada para ser concluída antes da reabertura dos mercados financeiros na próxima segunda-feira (3). Contudo, até o momento, um prazo final oficial para o início das movimentações táticas não foi formalmente estabelecido pelas autoridades competentes.

A escalada verbal e estratégica também tem mobilizado declarações de líderes internacionais e preocupações de especialistas em direito internacional. Enquanto o governo americano pondera sobre possíveis alvos estratégicos, analistas alertam para os riscos regulatórios e humanitários associados a ofensivas contra instalações civis e energéticas na região.

Com informações de g1.globo

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