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Economia

Mossoró Cidade Junina movimenta R$ 349 milhões na economia potiguar

Estudo da Uern aponta que edição de 2026 do evento atraiu mais de 1,2 milhão de participantes e registrou alta aprovação do público.

Redação Bussola Potiguar·31 de julho de 2026·1 min de leitura
Mossoró Cidade Junina movimenta R$ 349 milhões na economia potiguar

A edição de 2026 do Mossoró Cidade Junina movimentou R$ 349,9 milhões na economia local e regional, conforme diagnóstico apresentado nesta quinta-feira, 30, pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (Uern). O levantamento detalhou o impacto financeiro dos festejos na região e contabilizou um público total de 1,2 milhão de participantes ao longo de toda a programação oficial no estado.

O estudo econômico e social foi conduzido pela Faculdade de Ciências Econômicas da Uern, em parceria com a Câmara de Dirigentes Lojistas de Mossoró e com o apoio operacional da Polícia Militar do Rio Grande do Norte. A metodologia envolveu visitas a estabelecimentos comerciais, coleta de dados empresariais e aplicação de questionários com 2.500 moradores e turistas, apresentando margem de erro de dois pontos percentuais.

A organização do evento alcançou índice de aprovação de 95,11% entre os entrevistados, enquanto a segurança pública registrou 96,51% de avaliação positiva. Os organizadores destacaram que o número de ocorrências policiais apresentou redução de 58% em comparação com a edição anterior, fator determinante para a percepção de tranquilidade do público presente na cidade.

Em relação à origem dos participantes, a pesquisa apontou forte concentração regional, com 95,48% do público proveniente do próprio Rio Grande do Norte e 3,08% do Ceará. No total, a festividade atraiu visitantes de 103 municípios e de 15 estados diferentes, destacando-se eventos de grande porte como o Pingo da Mei Dia e o Boca da Noite.

Representantes do setor produtivo e acadêmico avaliaram que os dados consolidados servirão de base para o planejamento estratégico do comércio e dos serviços nas próximas edições. O mapeamento do fluxo de visitantes e do consumo busca subsidiar o poder público e as empresas locais na otimização de investimentos para o calendário turístico potiguar.

Com informações de agorarn

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